Quem tem um caminhão compra lona quando a lona acaba. Quem tem frota descobre cedo que essa não é uma boa política: sempre falta a medida de alguém, sempre tem um implemento parado esperando.

Dá para organizar isso com uma planilha de uma página.

Monte o mapa das medidas da frota

Uma linha por implemento, com cinco colunas: placa, tipo de implemento, marca e ano, medida da lona, e a data da última troca.

Quando essa tabela existe, duas coisas aparecem sozinhas. A primeira é a repetição: normalmente uma frota inteira usa três ou quatro medidas, não quinze. A segunda é o ciclo: você passa a saber quantos meses a lona dura naquela operação.

Com repetição e ciclo na mão, a compra deixa de ser emergência e vira reposição programada.

Cuidado com a armadilha da marca do implemento

Na Lona Fácil de rodocaçamba, a medida depende da marca do implemento e, em alguns casos, do ano. A AIZI é o exemplo clássico: os modelos mais novos e os mais antigos não levam a mesma lona.

Então, na planilha, anote marca e ano — não só a marca. Isso evita o pedido errado quando quem compra não é quem dirige.

Estoque mínimo: uma lona a mais, não dez

Não adianta encher o galpão. O que resolve é ter uma peça de cada medida que se repete na frota, para o caminhão não parar enquanto a reposição chega.

E guarde essa peça seca, dobrada sem vinco repetido e fora do sol. Lona reserva mal guardada envelhece parada e chega ao dia do uso pior do que saiu da fábrica.

Como a gente ajuda nisso

Mande a relação dos seus implementos, com marca e ano, no WhatsApp 62 4141-6625. A gente devolve a medida de cada um por escrito — e essa lista vira a sua planilha de reposição.

Para frota, também dá para combinar produção programada, para a lona ficar pronta antes de você precisar dela.

Recortes da Lona Fácil por marca de rodocaçamba