Nem toda carroceria é igual à que saiu da fábrica. Carreta alongada, reformada depois de uma batida, com fominha, com tampa cortada ou levantada: cada uma dessas mudanças tira a lona da medida padrão.

Não é problema. É só outro caminho, com outras regras.

Quando a medida padrão não serve

  • Carroceria alongada ou encurtada depois de comprada
  • Caçamba com fominha, que muda a altura de um lado
  • Tampas levantadas para ganhar cúbico, que é muito comum no grão
  • Implemento antigo, de fabricante que saiu de linha
  • Carroceria montada em oficina, sem padrão de fábrica

O que muda quando é sob medida

Muda o prazo: a lona entra na fila de produção em vez de sair da prateleira. E muda a responsabilidade da medida, que passa a ser compartilhada — a gente fabrica exatamente no número que você passou.

Por isso a gente confere duas vezes antes de cortar. Se algum número parecer fora do comum para aquele tipo de implemento, a gente volta a perguntar antes de produzir. Já evitou muita lona errada.

Os números que a gente precisa

  • Comprimento interno da carroceria, medido no piso, de ponta a ponta
  • Largura interna, medida no meio e não na ponta
  • Altura das tampas, do piso até a borda de cima
  • Se as duas laterais têm a mesma altura, porque em carreta reformada muitas vezes não têm
  • Fotos da carroceria vazia, de frente e de lado

Lona esquadrejada: o que você está comprando

Sob medida aqui não é pano cortado no tamanho. É lona esquadrejada: os cantos saem em ângulo reto de verdade, a borda vai reforçada com cinta e as meia argolas ficam de 10 em 10 centímetros, no lugar onde você vai amarrar.

Lona fora de esquadro cobre torto: sobra de um lado, falta do outro, e vai bater no vento até abrir. É o que separa lona feita sob medida de lona só cortada.

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Por que a lona não tem a medida da carroceria